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Mediunidade e Formação dos Grupos

Conforme Emmanuel, “a Mediunidade é talento do céu para serviço de renovação do mundo, mas é lâmpada que nos cabe acender …”. Assim sendo, para a formação de um grupo mediúnico eficiente, para atendimentos com as técnicas apométrica e do Desdobramento Múltiplo, precisamos ter uma noção mínima sobre o que é necessário para a realização de um bom trabalho.

O estudo da Doutrina Espírita é a base, dado a amplitude e a profundidade das informações que ela nos traz sobre o assunto. Mas é preciso se ter noções sobre o funcionamento da consciência, da mediunidade, da obsessão, da auto-obsessão, do Agregado Humano, do animismo, da cromoterapia mental, da doutrinação, da hipnose, da regressão e da progressão de memória, do comportamento humano e dos distúrbios medianímicos, sem o que não se pode socorrer com relativa eficiência e nem trabalhar com segurança.

Sem conhecimentos e sem a Mediunidade bem orientada não se pode fazer um trabalho apométrico adequado, dado a grande necessidade da incorporação dos elementos perturbados ou perturbadores (personalidades múltiplas, subpersonalidades e espíritos), para tratamento.

O “choque anímico” provocado pela incorporação é fundamental para desagregar energias negativas condensadas na estrutura dos elementos incorporados e também para desconcentrar o monoideísmo nos mesmos.

Assim sendo, é fundamental que o interessado em trabalhar com Apometria aprenda, antes das técnicas apométricas, a conhecer e a trabalhar eficientemente com a mediunidade, seja no papel do incorporador ou do esclarecedor/doutrinador. Portanto, todo o curso de Apometria deve incluir treinamento prático desde o inicio.
O tratamento adequado e a cura se encontram:

– na compreensão das imensas possibilidades que o ser humano tem, ao seu alcance, de atuar através da vontade consciente e bem direcionada;
– na transformação moral;
– na conversão do instinto primitivo em força produtora de novas energias;
– na consciência de que a doença resulta do choque entre a mente e o comportamento, o psíquico e o físico;
– na compreensão de que o homem é, segundo Albert Eistein, “um conjunto eletrônico regido pela consciência”, ou, segundo Joanna de Ângelis, “um agrupamento de energias em diferentes níveis de vibração”;
– na compreensão de que a conduta desregrada, as ocorrências viciosas, os pensamentos violentos e as forças descompensadas do instinto produzem congestão ou inibição de energias, geram correntes continuas de caráter enfermiço, e causam depressão, obsessão compulsiva e degeneração de tecidos e órgãos.

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